13 de maio de 2010
Destaque do 2º Dia da Visita do Papa Bento XVI
Etiquetas:
Informações
Papa: "Iludir-se-ia quem pensasse que a missão profética de Fátima esteja concluída"
Bento XVI referiu-se à realidade mundial da época em que ocorreram as aparições, para vincar o papel de Fátima na salvação da humanidade. "O homem pôde despoletar um ciclo de morte e terror, mas não consegue interrompê-lo", defendeu.
Etiquetas:
Informações
12 de maio de 2010
Bento XVI pode ser o primeiro Papa a visitar a China
Bento XVI poderá ser o primeiro papa a visitar a China, afirmou hoje à agência Lusa o bispo de Macau, José Lai, para quem a reconciliação entre Santa Sé e Pequim já esteve mais longe.
«Espero que seja possível neste século uma visita do papa à China e que Bento XVI o consiga», disse José Lai na véspera do 13 maio, que este ano é celebrado em Fátima com a presença do papa.
O bispo de Macau confessa que a visita do chefe da Igreja Católica ao território sob administração chinesa «é um sonho», até porque diz não acreditar que tal seja possível.
«Macau não precisa da visita do Papa, mas a China sim, e creio que é seu desejo visitar o continente chinês. Talvez aproveite a ocasião para passar por Macau», sustentou.
«A China já tem mais de quatro séculos de evangelização, a Igreja Católica não é nova no país e como o papa nunca teve oportunidade para visitar esta terra - com 12 milhões de católicos - vale a pena ir lá e conhecer esta gente», sublinhou José Lai.
Etiquetas:
Informações
Papa: "Nenhuma força adversa poderá jamais destruir a Igreja"
Bento XVI afirmou que "é nos Santos que a Igreja se reconhece", durante a homilia de no Terreiro do Paço. E apelou aos portugueses para estenderem à comunidade europeia a identidade cultural e religiosa do país.
O Papa afirmou, no seu primeiro dia em Portugal, que "nenhuma força adversa poderá jamais destruir a Igreja". Durante a celebração da missa no Terreiro do Paço, em Lisboa, reconheceu a existência de "filhos insubmissos e até rebeldes", mas afirmou que "é nos Santos que a Igreja" se reconhece.
"Sabemos que não lhe faltam [à Igreja] filhos insubmissos e até rebeldes, mas é nos Santos que a Igreja reconhece os seus traços característicos e, precisamente neles, saboreia a sua alegria mais profunda", afirmou o Papa. "Fixando os seus Santos, esta Igreja local concluiu justamente que a prioridade pastoral hoje é fazer de cada mulher e homem cristão uma presença irradiante da perspectiva evangélica no meio do mundo, na família, na cultura, na economia, na política", acrescentou.
Bento XVI sublinhou que "é preciso voltar a anunciar com vigor e alegria o acontecimento da morte e ressurreição de Cristo, coração do cristianismo". "A ressurreição de Cristo assegura-nos que nenhuma força adversa poderá jamais destruir a Igreja", prosseguiu o Papa. "Só Cristo pode satisfazer plenamente os anseios profundos de cada coração humano e responder às suas questões mais inquietantes acerca do sofrimento, da injustiça e do mal, sobre a morte e a vida do Além", referiu o Santo Padre durante a homilia de Lisboa.
Bento XVI alertou ainda para a "confiança talvez excessiva nos programas eclesiais". "Muitas vezes preocupamo-nos afanosamente com as consequências sociais, culturais e políticas da fé, dando por suposto que a fé existe, o que é cada vez menos realista. Colocou-se uma confiança talvez excessiva nas estruturas e nos programas eclesiais, na distribuição de poderes e funções; mas que acontece se o sal se tornar insípido?", questionou.
Evangelização na comunidade europeia
Depois de relembrar o passado evangelizador de Portugal, o Papa apelou aos portugueses para estenderem à comunidade europeia a identidade cultural e religiosa do país. "Nos tempos passados, a vossa saída em demanda de outros povos não impediu nem destruiu os vínculos com o que éreis e acreditáveis, mas, com sabedoria cristã, pudestes transplantar experiências e particularidades abrindo-vos ao contributo dos outros para serdes vós próprios, em aparente debilidade que é força. Hoje, participando na edificação da Comunidade Europeia, levai o contributo da vossa identidade cultural e religiosa", pediu durante a celebração da missa.
“Glorioso é o lugar conquistado por Portugal entre as nações pelo serviço prestado à dilatação da Fé: nas cinco partes do mundo, há Igrejas locais que tiveram origem na missionação portuguesa”, disse o Papa.
Estando em Lisboa, local de onde partiram os navegadores que deram novos mundos ao mundo, o Papa não esqueceu os santos ligados, de uma forma ou de outra, à cidade. “Nesta multidão incontável, não estão apenas os Santos Veríssimo, Máxima e Júlia, aqui martirizados na perseguição de Diocleciano, ou São Vicente, diácono e mártir, padroeiro principal do Patriarcado; Santo António e São João de Brito que daqui partiram para semear a boa semente de Deus noutras terras e gentes, ou São Nuno de Santa Maria que, há pouco mais de um ano, inscrevi no livro dos Santos”, recordou.
Apelo aos jovens
A finalizar a homilia, Bento XVI deixou um forte apelo aos milhares de peregrinos presentes na cerimónia, especialmente aos jovens, para que vivam a vida cristã com “alegria e entusiasmo”. “Cristo está sempre connosco e caminha sempre com a sua Igreja, acompanha-a e guarda-a, como Ele nos disse: 'Eu estou sempre convosco, até ao fim dos tempos'. Nunca duvideis da sua presença”, disse.
O Papa celebrou a missa coadjuvado por 40 bispos, 450 sacerdotes, 60 diáconos, 50 seminaristas e 400 acólitos.
O Papa afirmou, no seu primeiro dia em Portugal, que "nenhuma força adversa poderá jamais destruir a Igreja". Durante a celebração da missa no Terreiro do Paço, em Lisboa, reconheceu a existência de "filhos insubmissos e até rebeldes", mas afirmou que "é nos Santos que a Igreja" se reconhece.
"Sabemos que não lhe faltam [à Igreja] filhos insubmissos e até rebeldes, mas é nos Santos que a Igreja reconhece os seus traços característicos e, precisamente neles, saboreia a sua alegria mais profunda", afirmou o Papa. "Fixando os seus Santos, esta Igreja local concluiu justamente que a prioridade pastoral hoje é fazer de cada mulher e homem cristão uma presença irradiante da perspectiva evangélica no meio do mundo, na família, na cultura, na economia, na política", acrescentou.
Bento XVI sublinhou que "é preciso voltar a anunciar com vigor e alegria o acontecimento da morte e ressurreição de Cristo, coração do cristianismo". "A ressurreição de Cristo assegura-nos que nenhuma força adversa poderá jamais destruir a Igreja", prosseguiu o Papa. "Só Cristo pode satisfazer plenamente os anseios profundos de cada coração humano e responder às suas questões mais inquietantes acerca do sofrimento, da injustiça e do mal, sobre a morte e a vida do Além", referiu o Santo Padre durante a homilia de Lisboa.
Bento XVI alertou ainda para a "confiança talvez excessiva nos programas eclesiais". "Muitas vezes preocupamo-nos afanosamente com as consequências sociais, culturais e políticas da fé, dando por suposto que a fé existe, o que é cada vez menos realista. Colocou-se uma confiança talvez excessiva nas estruturas e nos programas eclesiais, na distribuição de poderes e funções; mas que acontece se o sal se tornar insípido?", questionou.
Evangelização na comunidade europeia
Depois de relembrar o passado evangelizador de Portugal, o Papa apelou aos portugueses para estenderem à comunidade europeia a identidade cultural e religiosa do país. "Nos tempos passados, a vossa saída em demanda de outros povos não impediu nem destruiu os vínculos com o que éreis e acreditáveis, mas, com sabedoria cristã, pudestes transplantar experiências e particularidades abrindo-vos ao contributo dos outros para serdes vós próprios, em aparente debilidade que é força. Hoje, participando na edificação da Comunidade Europeia, levai o contributo da vossa identidade cultural e religiosa", pediu durante a celebração da missa.
“Glorioso é o lugar conquistado por Portugal entre as nações pelo serviço prestado à dilatação da Fé: nas cinco partes do mundo, há Igrejas locais que tiveram origem na missionação portuguesa”, disse o Papa.
Estando em Lisboa, local de onde partiram os navegadores que deram novos mundos ao mundo, o Papa não esqueceu os santos ligados, de uma forma ou de outra, à cidade. “Nesta multidão incontável, não estão apenas os Santos Veríssimo, Máxima e Júlia, aqui martirizados na perseguição de Diocleciano, ou São Vicente, diácono e mártir, padroeiro principal do Patriarcado; Santo António e São João de Brito que daqui partiram para semear a boa semente de Deus noutras terras e gentes, ou São Nuno de Santa Maria que, há pouco mais de um ano, inscrevi no livro dos Santos”, recordou.
Apelo aos jovens
A finalizar a homilia, Bento XVI deixou um forte apelo aos milhares de peregrinos presentes na cerimónia, especialmente aos jovens, para que vivam a vida cristã com “alegria e entusiasmo”. “Cristo está sempre connosco e caminha sempre com a sua Igreja, acompanha-a e guarda-a, como Ele nos disse: 'Eu estou sempre convosco, até ao fim dos tempos'. Nunca duvideis da sua presença”, disse.
O Papa celebrou a missa coadjuvado por 40 bispos, 450 sacerdotes, 60 diáconos, 50 seminaristas e 400 acólitos.
Fonte: http://www.rr.pt
Etiquetas:
Informações
Destaque do 1º Dia da Visita do Papa Bento XVI
Cerca de 200 mil pessoas assistiram à missa celebrada por Bento XVI no Terreiro do Paço e nas imediações.
Etiquetas:
Informações
Subscrever:
Mensagens
(
Atom
)
Agenda da Catequese 2018-19
Contactos
Pode enviar a sua opinião, críticas e sugestões para:
Mail: comunidadesvivas@gmail.com
Telefone: 251782400/251782158
Morada: Rua de Santa Marinha
Nº 170
4940-404 Padornelo
Paredes de Coura
Mail: comunidadesvivas@gmail.com
Telefone: 251782400/251782158
Morada: Rua de Santa Marinha
Nº 170
4940-404 Padornelo
Paredes de Coura
Com tecnologia do Blogger.
Etiquetas
Arquivo do Blog
Hino Oficial do Ano da Fé
Calendário 2017/2018
Download do Documento aqui (Formato: PDF Tamanho: 3 MB)
Roteiro Advento 2017
Download do Documento aqui (Formato: PDF Tamanho: 10 MB)
Carta Pastoral 2017/2018
Download do Documento aqui (Formato: PDF Tamanho: 7 MB)





Encontra-nos no facebook