31 de agosto de 2010

Papa condecorou 40 portugueses envolvidos na visita a Portugal

O Papa Bento XVI condecorou individualmente 40 portugueses que estiveram envolvidos na organização da sua viagem apostólica a Portugal, no passado mês de Maio. Em sentido inverso, a Presidência da República condecorou praticamente todo o séquito que acompanhou o Santo Padre, também cerca de 40 pessoas.


A troca de condecorações após uma visita oficial de Chefe de Estado é um hábito protocolar sem novidade. Acontece todas as vezes que as autoridades de um país acolhem altas individualidades em visita de Estado.


O acordo sobre as condecorações é sempre feito antes da visita se realizar. Neste caso, o Estado português enviou para a Santa Sé - muito antes do Papa chegar - uma lista com mais de 40 nomes de pessoas envolvidas na preparação, quer a nível nacional, quer nas três dioceses visitadas. Tratou-se de uma vasta lista que incluía sacerdotes, leigos, responsáveis da polícia e segurança, membros do Governo e sectores do Estado, presidentes da Câmara e também o Presidente da República.

Em contrapartida, o Estado Português propôs à Santa Sé condecorar o Papa e todos os membros do seu séquito, ou seja, os que vieram com o Papa de Roma e também os bispos que em Portugal o acompanharam sempre: D. José Policarpo, D. António Marto, D. Manuel Clemente, D. Jorge Ortiga e D. Carlos Azevedo.
Bento XVI recusou a condecoração do Estado Português, como, aliás, sempre recusa condecorações de qualquer outro Estado, mas tudo o resto foi aceite.

24 de agosto de 2010

Papa apela aos homens para se unirem na construção da paz

“Confiamos à sua intercessão a oração quotidiana pela paz especialmente nos sítios onde mais interfere a absurda lógica da violência: para que todos os homens se convençam que neste mundo nos devemos ajudar uns aos outros como irmãos para construir a civilização do amor. Maria, Rainha da Paz, rogai por nós!”, apelou Bento XVI.

Maior conjunto de frescos portugueses está a ser recuperado

O maior conjunto de frescos conhecido em Portugal e o único nos Açores, existente na Igreja Matriz de S. Sebastião, na Terceira, está a ser alvo de uma complexa intervenção de conservação.

Os frescos da Igreja de S. Sebastião ocupam uma área com 2,52 metros de altura, tendo 8,02 metros de largura na parede sul e 9,16 metros na parede norte.

O conjunto corresponde a dois géneros distintos de pintura, apresentando figuras autónomas separadas por molduras decorativas com grotescos na parede sul e diversas cenas narrativas na parede norte.

A recuperação deste conjunto de frescos está a decorrer desde Janeiro de 2007, no quadro do plano de preservação do património cultural dos Açores, e está a ser supervisionada pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico.

O Instituto dos Museus e da Conservação colaborou nesta intervenção através da realização das análises laboratoriais de identificação dos pigmentos e dos constituintes das argamassas.

A Direcção Regional de Cultura não adiantou os custos desta intervenção de conservação, nem o prazo para a sua conclusão.

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